"Apetecia-lhe ligar para ele. Saber como estava. Se estava tudo bem na paróquia dele, como corriam as aulas na universidade. E depois, caía em si... e no ridículo da situação. Olá Rafael. Queria saber se estás bem. E os meninos da tua paróquia? Os teus alunos? Olha, ainda te amo.
Toda essa diarreia mental parou com a voz de Francesco que vinha do quarto."
in A mentira sagrada, de Luís Miguel Rocha, p.63
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